A
crise do Judiciário é uma crise de gestão. Os tribunais são mal
geridos, não têm plano de trabalho, não elaboram política pública, não
sabem o que fazem. O juiz não se vê como prestador de serviço. Ele acha
que é uma autoridade competente para dizer a verdade dos fatos que estão
no processo. Não interessa se está resolvendo problema social ou não,
se está produzindo custo social, se está afetando vidas de forma
definitiva, não se sente prestador de serviços públicos. Confundem
prestar justiça e fazer justiça. Os juízes acham que fazem justiça, mas
quando a decisão envolve outros órgãos públicos, envolve pessoas, custos
econômicos, diversas outras questões. Enquanto o juiz, o Judiciário não
se perceber como prestador de serviço público , não vai resolver
problemas.
Sindicato dos Servidores Públicos do Judiciário Estadual na Baixada Santista, Litoral e Vale do Ribeira do Estado de São Paulo
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
"Juiz não se vê como prestador de serviço"
A
crise do Judiciário é uma crise de gestão. Os tribunais são mal
geridos, não têm plano de trabalho, não elaboram política pública, não
sabem o que fazem. O juiz não se vê como prestador de serviço. Ele acha
que é uma autoridade competente para dizer a verdade dos fatos que estão
no processo. Não interessa se está resolvendo problema social ou não,
se está produzindo custo social, se está afetando vidas de forma
definitiva, não se sente prestador de serviços públicos. Confundem
prestar justiça e fazer justiça. Os juízes acham que fazem justiça, mas
quando a decisão envolve outros órgãos públicos, envolve pessoas, custos
econômicos, diversas outras questões. Enquanto o juiz, o Judiciário não
se perceber como prestador de serviço público , não vai resolver
problemas.
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